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24/11/19

Libertação

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Ontem assinalou-se o dia da floresta autóctone e uma das atividades propostas pela Câmara Municipal de Lisboa foi a visita ao Centro de Recuperação de Animais Silvestres (conhecido pela sigla LxCRAS). O LxCRAS fica situado no meio de uma área vedada de Monsanto, uma das poucas que ainda não tinha tido a oportunidade de espreitar, pelo que não hesitei em inscrever-me.

Ficámos a conhecer o dia-a-dia dos veterinários, tratadores e técnicos que ajudam a tratar e reabilitar os animais selvagens ali trazidos diariamente. Só este ano já receberam mais de 1.600 animais (um número espantoso para uma equipa de 9 pessoas), na sua maioria aves, de todos os pontos do país (o centro integra uma rede nacional de centros de recuperação). Se viverem em Lisboa, por exemplo, e encontrarem um animal selvagem ferido, podem levá-lo diretamente ali (o centro só não recebe cães e gatos).

O momento alto da visita aconteceu no final, com a libertação de um peneireiro-vulgar (na fotografia acima) encontrado em Miraflores com um problema nas asas e já totalmente recuperado. O falcão parecia estar impaciente pelo fim do cativeiro forçado e demonstrou o cuidado recebido com um voo perfeito por cima das nossas cabeças.

Aproveitando o tema, a MJP teve a ideia bonita de desafiar vários autores da blogosfera a refletirem e escreverem para o seu blog sobre o significado pessoal que dão à liberdade. A MJP convidou-me a participar e o meu texto está aqui, se quiserem ler.

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