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Uma passagem pelo Barbican, o equivalente londrino da Gulbenkian, onde até Março de 2013 é possível visitar a sala da chuva, o Rain Room, uma instalação interativa da Random Internacional, que descreve assim a experiência:
"Random International invites you to experience what it’s like to control the rain. Visitors can choose to simply watch the spectacle or find their way carefully through the rain, putting their trust in the work to the test."

O "teste" aqui consiste em caminhar pela chuva sem nos molharmos, uma proeza tornada possível por sensores localizados no tecto, que à passagem dos visitantes vão desligando os vários aspersores diretamente acima de si. Estender o braço é suficiente para fazer parar a chuva à volta.

A ironia de instalar em Londres uma sala onde chove é que esta foi a única ocasião em que "choveu" durante a minha estadia.
flickr/Andrea Pucci

Cinco poladroids de Londres, que esticou ao máximo a minha definição de cidade. Existe tanto para descobrir, em termos de museus, arquitectura, cultura e lojas que parecia estar sempre num contra-relógio. É uma cidade que vale definitivamente a pena ficar a conhecer (e a voltar).

Estava a tirar esta fotografia do Owl & Pussycat, em Shoreditch, e o que é que eu vejo virar a esquina, a vir na minha direcção?
Uma panorâmica da exposição "Sunflower seeds", que enche a Turbine Hall da Tate Modern (basta clicar na fotografia para ampliar). É a melhor maneira de mostrar a obra do artista chinês Ai Weiwei, formada por aproximadamente 100 milhões de sementes de girassol feitas de porcelana e pintadas à mão por centenas de artesãos na China.

Tive um momento flickr quando encontrei esta cabine telefónica numa rua de Londres, com Trafalguar Square ao fundo. Algo do género, "já vi esta cabine telefónica em algum sítio".