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Jean and Denise Lavergne erroneously believed themselves to be the couple in The Kiss, and when Robert and Annette (his older daughter and also his assistant at the time) met them for lunch in the 1980s he "did not want to shatter their dream" so he said nothing. This resulted in them taking him to court for "taking their picture without their knowledge", because under French law an individual owns the rights to their own likeness. The court action forced Doisneau to reveal that he posed the shot using Françoise Delbart and Jacques Carteaud, lovers whom he had just seen kissing, but had not photographed initially because of his natural reserve; he approached them and asked if they would repeat the kiss. He won the court case against the Lavergnes "I would never have dared to photograph people like that. Lovers kissing in the street, those couples are rarely legitimate." – Robert Doisneau, 1992

David Fonseca, no seu facebook, fala sobre uma pequena experiência fotográfica/criativa sua em dias de concerto:
Costumo andar com uma máquina fotográfica descartável no bolso em dias de concerto. Tiro fotos nos bastidores e acabo por levá-la comigo para o palco. No entanto, raramente a levo para casa, ofereço-a a quem a apanhar primeiro no meio de toda a confusão que um concerto oferece. Algumas fotos voltam à origem, outras desaparecem sem deixar rasto. É assim a vida de uma fotografia :)
(foto: David Fonseca)
Sigo a Charlotte Gonzalez há anos no flickr, não sei muito sobre ela, só que as suas fotografias são incríveis. Ela encontra-se a viajar com a família pelo Médio Oriente e há alguns dias deixou esta sequência no seu blog, de um dia passado no deserto em Omã. A fotografia do céu nocturno arrasou-me. Parece mais uma imagem da autoria do Hubble, a flutuar no espaço, do que de uma objectiva apontada ao céu a partir do solo. Faz-me perceber que já não olho para cima longe de uma cidade há demasiado tempo.
O Tributo, de Camilla Watson, aos moradores do Beco das Farinhas, em Lisboa, parece ter sido uma exposição fotográfica original, pela forma como expôs as fotografias na rua, ao ar livre. Não tive oportunidade de a ver ao vivo (acho que já lá não está), mas esta galeria da Morgaine, no flickr, mostra bem como foi.
O fotógrafo Stephen Gill desafiou-se a fazer um ensaio fotográfico sobre a desilusão e encontrou-a nos recibos de apostas amachucados e abandonados no chão das casas de apostas.
É um fotógrafo esloveno, cego desde os 12 anos, que usa óculos com lentes transparentes e um espelho na lapela para compensar o olhar admirador que não pode fazer recair sobre as mulheres. Ele descreve assim a sua técnica:
Acho que este "retrato com mãos" é um bom exemplo daquilo que Bavcar fala. Mais do seu trabalho pode ser visto aqui.