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  <title>horizonte artificial</title>
  <subtitle>ideias e achados</subtitle>
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  <updated>2013-05-26T00:02:23Z</updated>
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    <issued>2013-05-26T00:52:43</issued>
    <title>shuffle</title>
    <published>2013-05-25T23:53:01Z</published>
    <updated>2013-05-25T23:56:45Z</updated>
    <category term="shuffle"/>
    <content type="html">Aquilo que se passou em Londres esta semana foi tão desprovido de sentido e difícil de imaginar (evitei por completo ver qualquer imagem do sucedido) que foi surpreendente ler &lt;a href="http://www.publico.pt/mundo/noticia/testemunha-ele-queria-falar-comigo-por-isso-foi-o-que-fizemos-1595293"&gt;este artigo&lt;/a&gt; do Público, sobre a reação de uma das testemunhas do incidente. Estamos sempre a falar como ninguém faz nada quando outra pessoa é assaltada ou violentada em público, pois aqui temos uma valente exceção à regra (e "ele" segurava armas e tinha as mãos ensanguentadas). Uma boa samaritana em circunstâncias absolutamente extremas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;via @jdcaraujo, &lt;a href="http://watermelonmonkey.blogspot.pt/2013/05/new-york-public-library-livraria-de.html?utm_source=feedly"&gt;este vídeo&lt;/a&gt; de uma ação de comunicação da New York Public Library, que junta passageiros e livros através dos seus smartphones. Fixe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segunda notícia da semana envolvendo transportes públicos (na primeira, reparem como a boa samaritana conseguiu intervir enquanto esperava pelo seu autocarro): &lt;a href="http://www.publico.pt/local-porto/jornal/cartoes-bancarios-vao-funcionar-como-titulo-de-transporte-mas-so-em-lisboa-26515570"&gt;Cartões bancários vão funcionar como título de transporte, mas só em Lisboa&lt;/a&gt;. Para já, a iniciativa visa apenas os "utilizadores ocasionais" da Carris e Metro, mas seria fantástico poder carregar o passe mensal no cartão multibanco e assim dispensar mais um cartão (além de desmaterializar o passe, o que é bom quando se perde o cartão no início do mês.. looking at you, sis).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impossível ficar indiferente &lt;a href="http://www.publico.pt/mundo/noticia/um-abraco-de-morte-assustadoramente-belo-1593939"&gt;a esta imagem&lt;/a&gt; (quero, queremos ver ali um abraço, mas suspeito que estamos a ver isso mesmo, aquilo que queremos). Há tanta coisa mal neste mundo, caramba, mas acredito firmemente que podemos fazer a nossa pequena parte para melhorá-lo. Para já, tomar nota de &lt;a href="http://www.nytimes.com/2013/05/23/business/legal-experts-debate-us-retailers-risks-of-signing-bangladesh-accord.html?pagewanted=all"&gt;quem não assinou&lt;/a&gt; o pacto para melhorar as condições de trabalho no Bangladesh e comprar com a consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda não ouvi o novo álbum dos Daft Punk, mas &lt;a href="http://lsoares.blogs.sapo.pt/776524.html"&gt;este post&lt;/a&gt; do Luís rssume bem as duas correntes de spotify-mento que tenho ouvido recentemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para terminar numa nota &lt;em&gt;leve&lt;/em&gt;: &lt;a href="http://timeout.blogs.sapo.pt/88999.html"&gt;panquecas de Oreo&lt;/a&gt;.</content>
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      <name>Pedro</name>
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    <issued>2013-05-15T17:27:01</issued>
    <title>ecos</title>
    <published>2013-05-15T16:39:30Z</published>
    <updated>2013-05-15T16:46:36Z</updated>
    <category term="ambiente"/>
    <category term="ecos"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Excerto de uma &lt;a href="http://science.nbcnews.com/_news/2013/05/12/18209376-co2-record-illustrates-scary-trend-say-experts?lite"&gt;notícia&lt;/a&gt; sobre o novo recorde registado na semana passada no nível de partículas CO2 presentes na atmosfera (medido no Hawaii, que serve de referência mundial):&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Within a decade the world will never see days — even in the cleanest of places on days in the fall when greenhouse gases are at their lowest — when the carbon measurement falls below 400 ppm, said James Butler, director of global monitoring at the National Oceanic and Atmospheric Administration's Earth Science Research Lab in Boulder, Colo.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;O novo recorde de CO2 na atmosfera é de 400 partes por milhão. Em 1958, o primeiro ano em que começaram estas medições, o nível era de 315. O &lt;a href="http://science.nbcnews.com/_news/2013/05/12/18209376-co2-record-illustrates-scary-trend-say-experts?lite"&gt;resto do artigo&lt;/a&gt; faz uma leitura assustadora.&lt;/p&gt;</content>
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      <name>Pedro</name>
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    <issued>2013-05-12T12:35:19</issued>
    <title>shuffle</title>
    <published>2013-05-12T11:35:35Z</published>
    <updated>2013-05-26T00:02:23Z</updated>
    <category term="shuffle"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Se foram ver Oblivion (se ainda não foram, não vão) e gostaram do conceito de viver acima das nuvens, ou se alguma vez se interrogaram como deve ser habitar, literalmente, nas alturas de Nova Iorque, então este artigo do NY Times faz uma leitura fascinante: &lt;a href="The Stratospherians"&gt;The Stratospherians&lt;/a&gt;. O título, como se estivéssemos a falar de um estrato social diferente, diz tudo à partida. As rendas destas pessoas estão ao nível do custo ecológico deste tipo de habitação vertical (algo que não é referido no artigo e retira muito do brilho à tentativa de glamorização do estilo de habitação em foco), mas é difícil virar as costas às vistas mostradas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Via &lt;a href="http://twitter.com/joaon"&gt;@joaon&lt;/a&gt;, uma brilhante ideia (realizada, infelizmente, no pior meio possível para a apreciar devidamente - o facebook), &lt;a href="http://blogs.denverpost.com/captured/2013/05/08/that-tree-a-photo-a-day-by-mark-hirsch/6021/?utm_source=feedly&amp;amp;utm_medium=feed&amp;amp;utm_campaign=Feed:+dp-blogs-captured+%28Denver+Post:+Blogs:+Captured+Photo+Blog%29"&gt;um ano na vida de uma árvore&lt;/a&gt;, fotografada todos os dias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A ilusão da simplicidade&lt;/strong&gt;, um &lt;a href="http://www.theverge.com/2013/5/8/4311868/the-illusion-of-simplicity-photographer-peter-belanger-on-shooting"&gt;artigo no The Verge&lt;/a&gt; sobre um dos fotógrafos, Peter Belanger, que trabalha com a Apple na realização das imagens promocionais dos seus produtos. Existe, como seria de esperar, uma grande dose de pós-produção envolvida, mas surpreende tomar conhecimento da complexidade que entra logo na sessão fotográfica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma curta da Pixar, sobre a arte de &lt;a href="http://www.npr.org/blogs/krulwich/2013/05/11/182553116/astronomys-little-secret-the-hidden-art-of-moonsweeping?ft=1&amp;amp;f=5500502"&gt;Moonsweeping&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um blog de fotografia que gostava de ter descoberto mais cedo, &lt;a href="http://contextofotografico.wordpress.com/"&gt;Contexto Fotográfico&lt;/a&gt;. O autor é o &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/srcordeiro/"&gt;Sr. Cordeiro&lt;/a&gt;, um dos fotógrafos portugueses mais obrigatórios no flickr.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-05-11T21:18:33</issued>
    <title>lisboa no flickr</title>
    <published>2013-05-11T20:20:16Z</published>
    <updated>2013-05-11T20:20:16Z</updated>
    <category term="lisboa no flickr"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;a title=". by joanna kitchener, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/joannablu/8694765755/"&gt;&lt;img src="http://farm9.staticflickr.com/8265/8694765755_b10e1847a5_z.jpg" alt="." width="640" height="426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;flickr/&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/joannablu/8694765755/in/photostream"&gt;joanna kitchener&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fotografias que dão saudades da chuva.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-05-10T19:34:41</issued>
    <title>momento youtube: This is water</title>
    <published>2013-05-10T18:36:31Z</published>
    <updated>2013-05-10T18:36:59Z</updated>
    <category term="momento youtube"/>
    <content type="html">&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/xmpYnxlEh0c" width="560" height="315" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;</content>
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    <issued>2013-05-09T21:18:55</issued>
    <title>um jogo de cartas com a Máfia</title>
    <published>2013-05-09T20:19:01Z</published>
    <updated>2013-05-09T21:37:25Z</updated>
    <category term="spam"/>
    <category term="ideias"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;A DECO &lt;a href="http://www.publico.pt/economia/noticia/endesa-vence-leilao-de-electricidade-da-deco-1593229"&gt;não confirma nem desmente&lt;/a&gt; que houve apenas um fornecedor - a Endesa - a tomar parte do leilão de eletricidade da semana passada e a isso junta-se a informação, surgida quase como uma revelação, de que a empresa portuguesa vai cobrar à Endesa uma comissão de 15 euros por cada consumidor que assine contrato como resultado do leilão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A questão principal para quem, como eu, acedeu participar nesta mega-experiência e leiloar os seus dados pessoais à licitação mais alta era esta: o contrato com a empresa vencedora vai diminuir a minha conta de eletricidade em condições justas?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A resposta, infelizmente, perdeu-se no meio do ruído e discussão à volta das condições em que foi realizado o próprio leilão, que tinha tudo para ser uma boa ideia. O problema para a DECO está bem resumido no post do Banda Larga, intitulado &lt;a href="http://bandalargablogue.blogs.sapo.pt/346162.html"&gt;Só a concorrência induz transparência&lt;/a&gt;. Foi preciso &lt;a href="http://www.publico.pt/economia/noticia/leilao-de-electricidade-foi-negocio-para-a-deco-1593268"&gt;aparecer a Associação Portuguesa de Direito do Consumidor&lt;/a&gt; para a empresa vir a público explicar parcialmente o que aconteceu no leilão à porta fechada. Ficámos a saber que havia um "pacto de confidencialidade" com as empresas fornecedoras, obtivemos uma explicação algo tímida sobre a tal comissão que sempre esteve em cima da mesa (eu, pelo menos, lembro-me de ler algo sobre isto na FAQ do site do leilão) e pouco mais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que a DECO não contava - e este é o meu momento Marcelo Rebelo de Sousa - era que os fornecedores de eletricidade, menos que entusiasmados pela ideia de serem chamados a um leilão que não lhes interessava nem um pouco (mas ao qual não se podiam dar o luxo de ser vistos em público a ignorar), tivessem preparado um plano D (de Descrédito público) para ativar em cima e logo após o leilão. Ou que existisse meio mundo à espera de conhecer o resultado do leilão para detrair o mesmo com base naquilo que não sabíamos (ou que não estava bem explicado) desde o início. Parece ter havido, da parte da DECO, um misto de ingenuidade (como combinar um jogo de cartas com a Máfia, ganhar e ainda esperar sair vivo para contar a história) e a ausência de uma boa estratégia de comunicação para a fase crucial do leilão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Existe mais um aspeto interessante, e deprimente, nisto tudo. Reparem como &lt;a href="http://debaixodosarcos.blogs.sapo.pt/525131.html"&gt;comentário&lt;/a&gt; atrás de &lt;a href="http://oqueeojantar.blogs.sapo.pt/488459.html"&gt;comentário&lt;/a&gt; nos blogs e nas redes sociais refere quase sempre a mesma coisa em relação à DECO: &lt;strong&gt;SPAM&lt;/strong&gt;. Não posso dizer se é realmente isto que se passa hoje em dia com a DECO e a sua estratégia atual de comunicação e marketing, mas serve de exemplo a qualquer pessoa e empresa que esteja a pensar ir por aí: a nódoa do SPAM? Não sai.&lt;/p&gt;</content>
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      <name>Pedro</name>
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    <issued>2013-05-06T23:31:06</issued>
    <title>lisboa no flickr</title>
    <published>2013-05-06T22:32:33Z</published>
    <updated>2013-05-06T22:32:33Z</updated>
    <category term="lisboa no flickr"/>
    <content type="html">&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/78971312@N02/8691055842/" title="Lisboa (in)visível por reinaldophoto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm8.staticflickr.com/7054/8691055842_6073b90c77_z.jpg" width="612" height="612" alt="Lisboa (in)visível"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;flickr/&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/78971312@N02/8691055842/"&gt;reinaldophoto&lt;/a&gt;</content>
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      <name>Pedro</name>
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    <issued>2013-05-05T07:35:00</issued>
    <title>shuffle</title>
    <published>2013-05-05T06:35:10Z</published>
    <updated>2013-05-05T06:36:15Z</updated>
    <category term="shuffle"/>
    <content type="html">Um momento Youtube ao som de Harder Better Faster Stronger, dos Daft Punk, tocado num piano, &lt;a href="http://youtu.be/rMySPyu0yaQ"&gt;nota por nota&lt;/a&gt;. Isto é a minha definição de cool. O vídeo foi publicado no tubo por um tal de Sinclair Eoin e já foi visto mais de um 1 milhão de vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha &lt;a href="http://parvoaestacionar.blogs.sapo.pt/402699.html"&gt;primeira contribuição&lt;/a&gt; para o Parvo a Estacionar. Sacar de um telemóvel e partilhar a burrice de outrem na via pública pode ter um efeito calmante bem-vindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vídeo da nova campanha da Dove dedicada à "Real Beauty" tem recebido algum feedback positivo nas últimas semanas. O Dinheiro Vivo conseguiu até encontrar &lt;a href="http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/Artigo/CIECO142913.html"&gt;o ângulo português&lt;/a&gt; da campanha. O meu vídeo-resposta preferido até agora é uma paródia do anúncio, sobre &lt;a href="http://youtu.be/T8Jiwo3u6Vo"&gt;a perceção masculina da sua própria beleza&lt;/a&gt;.. O mais engraçado do vídeo é que é tudo verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me consigo decidir se &lt;a href="http://www.nytimes.com/2013/05/04/nyregion/crime-scene-chasing-down-a-gps-blip-to-a-stolen-iphone.html?_r=0"&gt;esta notícia do NY Times&lt;/a&gt; sobre uma perseguição policial pela rede do metro nova-iorquino por causa de um iPhone roubado é fantástica ou simplesmente de doidos. Provavelmente, ambas as coisas. Estatística interessante, todavia, incluída no artigo: em média, são roubados 42 iPhones por dia em Nova Iorque.</content>
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      <name>Pedro</name>
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    <issued>2013-05-04T11:44:12</issued>
    <title>eis o problema da Samsung</title>
    <published>2013-05-04T11:08:55Z</published>
    <updated>2013-05-04T12:25:20Z</updated>
    <category term="quero um iphone por causa disto"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/o061314b1/14935735_Fvnzd.png" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O miúdo acima a comer o pedaço de entrecosto com as mãos &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;amp;v=DlXp41WwpOs"&gt;está a mostrar&lt;/a&gt; como é possível atender uma chamada no novo Galaxy S4 sem tocar no ecrã.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vamos pausar um momento, enquanto essa palavra é processada pelo recanto do nosso cérebro onde os estímulos externos são traduzidos em desejo, apelo e perceção de luxo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entrecosto.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-05-02T23:53:32</issued>
    <title>carros: Fiat 500</title>
    <published>2013-05-02T23:11:40Z</published>
    <updated>2013-05-03T10:51:14Z</updated>
    <category term="carros"/>
    <category term="momento youtube"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/LWcRjrBt4oo" width="560" height="315" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje passei os olhos por tantas coisas que gostaria de partilhar aqui, mas o mais recente vídeo do já aqui mencionado Petrolicious venceu-me logo pela manhã: a cor da pintura, o primor colocado na renovação do carro e, claro, o óbvio gozo que dá à sua dona conduzi-lo. (é quase assim que imagino a &lt;a href="http://bomba-inteligente.blogs.sapo.pt"&gt;Carla&lt;/a&gt; a andar pelas ruas de Lisboa - até a cor do blog quase que coincide com a do carro)&lt;/p&gt;</content>
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      <name>Pedro</name>
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    <issued>2013-05-01T22:48:24</issued>
    <title>dar uma volta: pela nova app da CGD</title>
    <published>2013-05-01T21:54:21Z</published>
    <updated>2013-05-01T22:32:13Z</updated>
    <category term="dar uma volta"/>
    <category term="apps"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/o3113d198/14923530_y4yvP.png" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não sei dizer exatamente quando, mas a Caixa Geral de Depósitos lançou há poucas semanas a sua primeira ofensiva no mercado de aplicações nativas para dispositivos móveis. A nova aplicação está &lt;a href="https://www.cgd.pt/seguranca/app/Pages/APP.aspx"&gt;disponível para Android, iOS e Windows 8&lt;/a&gt;. A minha experiência de utilização até agora, em iPod e iPad, tem sido boa, ao ponto de ter passado a preferir utilizar a app ao site de home banking da CGD - o que não deve causar surpresa a quem conhece o site da Caixa Directa. Como é uma daquelas coisas com potencial para melhorar um bocadinho as nossas vidas já apressadas e conectadas, achei que valia a pena destacá-la aqui, exclusivamente da perspetiva de um utilizador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/o22140f28/14923534_j9EC1.png" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Letras grandes, bom esquema de cores, navegação por arrasto, parece estar tudo lá. Uma das minhas coisas preferidas são os gráficos em anel que oferecem uma visão global do estado da conta. Há mais alguns gráficos espalhados pela app, incluindo um que ajuda a visualizar o histórico de movimentos, por exemplo. Interagir com alguns deles causou o crash da app, mas tirando os bugs ocasionais é como ter um tabliê com vários mostradores aplicado à nossa conta bancária. É uma direção que pode ser seguida com ainda mais possibilidades (empregando gráficos para simulações de todos os tipos) na versão desktop da Caixa Directa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/o5d13db16/14923535_TJ3aa.png" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É uma boa altura para referir que estas imagens da app são screenshots capturados do &lt;a href="https://www.cgd.pt/Seguranca/APP/Pages/APP-Caixadirecta-iOS-Android.aspx"&gt;vídeo de apresentação da app&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/o1d130558/14923531_lMYlZ.png" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também acho interessante a forma como a aplicação promove e destaca algumas ações. Não apetece carregar no botão laranja e poupar imediatamente 15€? Acho sempre piada aos pequenos truques (de cor, forma, posicionamento, etc) que é possível pregar à nossa perceção das coisas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/o7514b412/14923532_DLPTu.png" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A app também permite contactar diretamente e piscar o olho ao nosso gestor de conta. #constrangedor&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/o6a1398ef/14923538_UybDf.png" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Menos bem conseguida é a área de personalização de cartões de crédito (não que tenha ou queira ter um). Quando tentei inserir uma imagem minha fui parar a &lt;a href="https://cloudpt.pt/link/da36580d-8237-480e-822d-024f23a0224a/iPad-Fotografia%202013-05-01%2014_34_04.png"&gt;esta página&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
Outro aspeto em que tropecei ao experimentar a app é o método de validação de transferências e operações de pagamento. O cartão matriz é uma opção boa para quem está sentado frente a um computador, não tanto para quem está na rua ou em movimento. O envio de uma senha de confirmação por SMS já é suportado no site da Caixa Directa, mas ainda não parece estar disponível nas apps. Permitir escolher o método de validação é capaz de melhorar a fluidez dessas operações na app.</content>
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      <name>Pedro</name>
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    <issued>2013-05-01T02:19:54</issued>
    <title>lisboa no flickr: a calçada tem olhos</title>
    <published>2013-05-01T01:22:33Z</published>
    <updated>2013-05-01T01:22:33Z</updated>
    <category term="lisboa no flickr"/>
    <content type="html">&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/pedrolobito/8690847150/" title="pedraportuguesa #portuguesestone #pedradacalçada #calçada #pedras #stones... por lobitopedro, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm8.staticflickr.com/7045/8690847150_2b3df79353_z.jpg" width="612" height="612" alt="pedraportuguesa #portuguesestone #pedradacalçada #calçada #pedras #stones..."&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;flickr/&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/pedrolobito/8690847150/"&gt;Lobito Pedro&lt;/a&gt;</content>
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      <name>Pedro</name>
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    <issued>2013-04-30T00:18:41</issued>
    <title>ler é fixe (e difícil)</title>
    <published>2013-04-29T23:33:05Z</published>
    <updated>2013-04-29T23:44:10Z</updated>
    <category term="ler é fixe"/>
    <content type="html">&lt;blockquote&gt;When I pick up a book it is a conscious decision. It's not a habit - but initiating the idea of maybe reading a book instead of random stuff online is.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Excerto de um breve artigo de Rohan Nowell sobre a necessidade que sentiu de diversificar os seus hábitos de leitura para lá das redes sociais, blogs e manchetes no smartphone. É algo que também senti há uns anos e ele acabou por adotar a mesma estratégia que eu: tirar o maior partido possível do tempo passado em transportes públicos para voltar a alimentar o gosto pela leitura de profundidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim, tal como ele diz, não é um hábito, é o resultado de uma decisão consciente. Senti mesmo que precisava de voltar a acender e reativar as áreas do meu cérebro responsáveis pela leitura, concentração e memória. Trata-se de contrastar a leitura relâmpago que faço online o dia todo e que depois tende a manifestar-se em falhas de atenção, precipitação na tirada de conclusões, frequentes "brancas" causadas pela crescente dependência nesse auxiliar de memória que é o Google, repetição constante de palavras na escrita (a começar neste blog..), etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participar no Goodreads, por exemplo, é outra estratégia pessoal para me obrigar a ler mais e encontrar novos livros que me consigam prender. Ler para mim tornou-se quase tão importante quanto o pequeno-almoço. Posso falhar uma vez ou outra, mas já me custa passar mais de um dia sem virar uma página.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por falar em ler, vale a pena concluir o resto da exortação de Nowell: &lt;a href="https://medium.com/this-matters-to-me/3e3841636523?utm_source=TwitterAccount&amp;amp;utm_medium=Twitter&amp;amp;utm_campaign=TwitterAccount"&gt;Put down your smartphone and grab a book&lt;/a&gt;.</content>
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      <name>Pedro</name>
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    <issued>2013-04-28T11:10:52</issued>
    <title>shuffle</title>
    <published>2013-04-28T10:29:47Z</published>
    <updated>2013-04-28T11:20:53Z</updated>
    <category term="shuffle"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Fascinante, o relato no Mesa do Chef de &lt;a href="http://mesa-do-chef.blogs.sapo.pt/tag/noma"&gt;uma refeição no NOMA&lt;/a&gt;, votado por alguns "o melhor restaurante do mundo". O título pode ser um bocadinho desnecessário, mas o desfile de invenções e surpresas gastronómicas à mesa de uma única refeição neste restaurante é qualquer coisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Blog de Cheiros, &lt;a href="http://cheirar.blogspot.pt/2013/04/um-assunto-pessoal-de-interesse-publico.html"&gt;um assunto pessoal de interesse público&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=m1JMQAoAxtI&amp;amp;feature=youtu.be"&gt;Introdução especial de "House of Cards"&lt;/a&gt; ao jantar dos correspondentes da Casa Branca. Estou mega ansioso pela segunda temporada da série.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.publico.pt/cultura/noticia/o-novo-album-de-david-bowie-nas-suas-42-palavras-1592572"&gt;Exercício criativo interessante de David Bowie&lt;/a&gt;: não gosta de dar entrevistas nem de falar do seu trabalho, mas abriu uma exceção ao escritor Rick Moody, a quem enviou uma lista de 42 palavras que associa ao seu mais recente álbum.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Público, o vídeo &lt;a href="http://www.publico.pt/multimedia/video/novas-livrarias-obidos-20130421-172636?autoplay=1"&gt;Óbidos vai ser uma vila literária&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-04-27T12:49:42</issued>
    <title>o cravo</title>
    <published>2013-04-27T12:01:36Z</published>
    <updated>2013-04-27T12:01:36Z</updated>
    <category term="símbolos"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Não houve chuva de cravos na quinta-feira, mas o Público publicou &lt;a href="http://www.publico.pt/politica/noticia/cravo-1592599#/0"&gt;um artigo&lt;/a&gt; onde aborda o simbolismo do cravo. Mais interessante do que saber quem escolhe colocá-lo na lapela durante as cerimónias oficiais, é a história casual (e maravilhosamente não-tabagista) de como o cravo se tornou um símbolo do 25 de Abril:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;O cravo, que também se tornou um símbolo internacionalmente associado a Portugal, foi entregue por Celeste Caeiro, agora quase com 80 anos, a um soldado. O restaurante onde trabalhava celebrava o seu primeiro aniversário e tinham flores para comemorar. Com o desencadear da revolução decidiram não abrir. Celeste dirigiu-se para casa com o ramo de cravos na mão quando no Rossio um soldado lhe pediu um cigarro. Como não fumava deu-lhe um cravo que o jovem colocou no cano da espingarda. O gesto foi seguido pelos outros soldados, até terminarem os cravos.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;</content>
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    <issued>2013-04-25T11:26:23</issued>
    <title>momento vimeo: 25 de Abril</title>
    <published>2013-04-25T10:28:28Z</published>
    <updated>2013-04-25T10:32:16Z</updated>
    <category term="momento vimeo"/>
    <content type="html">&lt;iframe src="http://player.vimeo.com/video/4336344" width="600" height="450" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adoro este vídeo (modéstia à parte), adoro o deslumbre sonoro da multidão e adoro este feriado. (e mais logo, de acordo com o Público, volta a acontecer, às 19h, no Largo Camões)</content>
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    <issued>2013-04-24T21:27:53</issued>
    <title>lisboa no flickr: a campainha da Dona Irene</title>
    <published>2013-04-24T20:28:51Z</published>
    <updated>2013-04-24T20:28:51Z</updated>
    <category term="lisboa no flickr"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;a title="DSC_8680.jpg by rodrigo.sergio, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/rsergio007/8638756164/"&gt;&lt;img src="http://farm9.staticflickr.com/8540/8638756164_9f89d7629a_z.jpg" alt="DSC_8680.jpg" width="640" height="425" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;flickr/&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/rsergio007/8638756164/"&gt;rodrigo.sergio&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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      <name>Pedro</name>
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    <issued>2013-04-21T09:15:32</issued>
    <title>shuffle</title>
    <published>2013-04-21T08:17:48Z</published>
    <updated>2013-04-24T20:17:49Z</updated>
    <category term="shuffle"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Duas semanas de favoritos, retweets e gostos por aí.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://abarrigadeumarquitecto.blogspot.pt/2013/04/odeio-os-meus-amigos.html"&gt;Odeio os meus amigos&lt;/a&gt;, um interessante take sobre "o défice de nerdismo nacional":&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;O melhor da cultura nerd é celebrar essa capacidade de gostar, o entusiasmo de sentir que “gosto disto” e quero partilhar.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;O Daniel fala ainda em algo com o qual estou muito de acordo, a necessidade de também "aprender a gostar" de uma maneira que supere os nossos próprios horizontes do gosto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A internet é ótima a dar respostas a perguntas que provavelmente nunca nos ocorreria fazer, a começar por esta: &lt;a href="https://sites.google.com/site/guybruneau/fun-stuff/longest-distance-on-land"&gt;qual é a maior distância numa linha reta que é possível fazer a pé entre dois pontos do planeta?&lt;/a&gt; (via @tweetsauce)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que fazer às nossas identidades virtuais depois da morte? O Google parece que andou a pensar sobre o assunto e surgiu com o &lt;a href="http://googlepublicpolicy.blogspot.ca/2013/04/plan-your-digital-afterlife-with.html"&gt;Inactive Account Manager&lt;/a&gt;, que permite definir o que acontece aos nossos conteúdos alojados no Google depois de um determinado período de inatividade. Uma ferramenta para espreitar e um tema a que vale a pena voltar aqui um dia destes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Momento instagram, &lt;a href="http://instagram.com/p/XxXbgiOa6J/"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Continuo a achar fascinante a utilização de persianas para comunicar mensagens no centro de Lisboa. Relacionado: achei piada, e um bom exemplo de uma marca nacional a usar o twitter para acrescentar algo, a &lt;a href="https://twitter.com/priberam/status/319923078505316353"&gt;este tweet&lt;/a&gt; da Priberam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Momento Youtube, para quem, como eu, tem uma coisa por &lt;a href="http://youtu.be/_cyw3ncjnH8"&gt;listas de 5 coisas&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-04-20T12:19:46</issued>
    <title>lisboa no flickr: cacilheiro</title>
    <published>2013-04-20T11:20:42Z</published>
    <updated>2013-04-20T11:20:42Z</updated>
    <category term="lisboa no flickr"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;a title="Cacilheiro by bramblam, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/bramblam/8633522795/"&gt;&lt;img src="http://farm9.staticflickr.com/8382/8633522795_c19be7db5e_z.jpg" alt="Cacilheiro" width="640" height="428" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;flickr/&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/bramblam/8633522795/"&gt;João Véstia&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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      <name>Pedro</name>
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    <issued>2013-04-16T22:59:41</issued>
    <title>momento flickr: Everything is</title>
    <published>2013-04-16T22:01:12Z</published>
    <updated>2013-04-16T22:01:12Z</updated>
    <category term="a cidade fala connosco"/>
    <category term="momento flickr"/>
    <content type="html">&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/iseecat/8638954180/"&gt;Everything is&lt;/a&gt;.</content>
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      <name>Pedro</name>
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    <issued>2013-04-06T14:02:16</issued>
    <title>por falar em Coches, baby</title>
    <published>2013-04-06T13:11:01Z</published>
    <updated>2013-04-06T13:12:58Z</updated>
    <category term="momento youtube"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/dyt1ETVtwDI" width="600" height="338" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O YouTube no iPad é um dos motivos porque deixei de ligar a televisão à noite. Foi por lá que descobri o canal do &lt;a href="http://www.youtube.com/user/PetroliciousCo?feature=watch"&gt;Petrolicious&lt;/a&gt;, uma série de pequenos vídeos sobre carros de estimação e os seus proprietários. O vídeo acima é sobre o Lamborghini Countach, o superdesportivo das portas que abrem em tesoura, e um dos carros mais icónicos dos anos 70. O seu dono no vídeo tem quase tantas coisas boas quanto más a dizer sobre ele, mas não há dúvidas que é um design ousado em quatro rodas.&lt;/p&gt;</content>
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      <name>Pedro</name>
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    <issued>2013-04-05T23:42:16</issued>
    <title>a sinalética do futuro Museu dos Coches</title>
    <published>2013-04-05T23:22:07Z</published>
    <updated>2013-04-05T23:33:01Z</updated>
    <category term="design dos outros"/>
    <content type="html">&lt;a class="saportelink" href="http://p3.publico.pt/cultura/design/7179/museu-dos-coches-sinaletica-e-dele"&gt;&lt;img style="border:0 none" src="http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/o76141dc7/14831109_czZVM.jpeg" width="600" height="399" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora de fora me pareça excessivamente betonoso (a palavra existe?), vou ter de esperar que seja acabado, e de visitar, para me decidir em relação ao edifício que a partir de 2014 vai passar a alojar o Museu dos Coches, em Belém. Para já, a sinalética que está planeada, da autoria do designer António Queirós, e da qual o P3 &lt;a href="http://p3.publico.pt/cultura/design/7179/museu-dos-coches-sinaletica-e-dele"&gt;levanta uma pontinha do véu&lt;/a&gt;, surpreendeu-me e desarmou algumas das minhas reservas iniciais apontadas ao projeto do arquiteto Paulo Mendes da Rocha. Diz o P3, sobre a ideia de Queirós para os painéis informativos que vão rodear cada coche:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;Com a barreira modular que envolve os coches, António quis atender a vários funcionalidades. Um grupo grande ("é o museu público mais visitado em Portugal") pode ler, em simultâneo, as legendas, que, aliás, estão em várias línguas. Até num banco se pode transformar&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do post anterior, ainda vou a tempo de mudar o meu plano B, de operador de câmara em helicópteros para designer de sinaléticas para museus? &lt;br /&gt;É que não me importava de ter no meu portfólio (se tivesse um sequer) alguns dos trabalhos de António Queirós que o P3 destaca. Aguçou bastante a minha curiosidade em relação ao novo museu e a esta área de trabalho, da sinalética, que passa muitas vezes despercebida mas pode ser decisiva a iluminar, literalmente, as linhas e direções de um projeto arquitetónico.</content>
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      <name>Pedro</name>
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    <issued>2013-04-04T22:09:17</issued>
    <title>uau: o céu sobre a costa Californiana</title>
    <published>2013-04-04T21:19:44Z</published>
    <updated>2013-04-04T21:35:49Z</updated>
    <category term="uau"/>
    <category term="momento vimeo"/>
    <content type="html">&lt;iframe src="http://player.vimeo.com/video/62831216" width="600" height="337" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já anda em todo o lado, mas não conseguia deixar de partilhar este vídeo, uma espécie de olhem-o-que-conseguimos-fazer de uma empresa de filmagens aéreas (responsáveis por aqueles voos rasantes, obrigatórios para qualquer épico de Hollywood). Se isto de alfaiate de blogs não der certo, operador de câmara a bordo de um helicóptero soa-me a um belo plano B.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O plano que revela São Francisco, sincronizado com a música, é um momento perfeito de edição.</content>
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      <name>Pedro</name>
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    <issued>2013-04-02T23:04:23</issued>
    <title>lisboa: a nova Ribeira das Naus</title>
    <published>2013-04-02T22:34:16Z</published>
    <updated>2013-04-02T22:35:56Z</updated>
    <category term="lisboa"/>
    <content type="html">&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/fotoben/8595184021/" title="RibeiraDasNaus por FotoBen, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm9.staticflickr.com/8510/8595184021_e1514d613a_z.jpg" width="640" height="427" alt="RibeiraDasNaus"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;flickr/&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/fotoben/8595184021/in/photostream"&gt;FotoBen&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma foto do Benjamim, para mostrar a renovada e recém-inaugurada Avenida Ribeira das Naus, junto ao Tejo. Já não me lembro de como era este espaço antes da requalificação, mas esteve tanto tempo fechado ao público que agora que nos foi devolvido parece que nunca ali esteve. Não só une condignamente o Cais do Sodré ao Terreiro do Paço, para quem faz esse trajeto a pé, como coloca-nos em contacto com o rio (ou não estivessem afixadas por perto bóias de salvação..). Passar e parar por ali, sobretudo ao pôr do sol, é outra coisa. Vai ser definitivamente um dos sítios mais passeados e apreciados da cidade daqui em diante.</content>
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    <author>
      <name>Pedro</name>
    </author>
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    <issued>2013-04-01T21:01:41</issued>
    <title>lisboa: as novas carruagens do metro</title>
    <published>2013-04-01T20:09:39Z</published>
    <updated>2013-04-04T21:39:51Z</updated>
    <category term="lisboa"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;a title="CarruagemNova by FotoBen, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/fotoben/8591765101/"&gt;&lt;img src="http://farm9.staticflickr.com/8526/8591765101_e0eabcba39_z.jpg" alt="CarruagemNova" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;flickr/&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/fotoben/8591765101/"&gt;FotoBen&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estive atento ao flickr, para ver quando apareceria a primeira fotografia das novas carruagens do metro de Lisboa que puseram toda a gente a falar na semana passada (OK, que me pôs a mim a falar disto a toda a gente..) e, ao fim de uma semana, lá apareceu, pela objetiva, claro, da pessoa que mais deve fotografar diariamente a cidade de Lisboa, o &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/fotoben/"&gt;FotoBen&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apanhei as novas carruagens logo no primeiro fim-de-semana da sua estreia e não foi preciso as portas abrirem-se para perceber imediatamente que algo naquele comboio era diferente - as janelas têm uma faixa negra onde habitualmente dá para ver os passageiros sentados. Ao entrar devo ter parecido um miúdo a descobrir uma nova prenda debaixo da árvore de Natal. Quando se anda todos os dias nestas coisas, sem nada para ver do lado de fora das janelas, qualquer novidade, por mais pequena que seja, é suficiente para nos arregalar os olhos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E não fui o único. Passei o resto da viagem atento à cara das pessoas à medida que as portas se abriam nas várias estações e muita gente reagiu com o mesmo misto de surpresa, hesitação (a minha reação preferida, como se o comboio, por ser diferente, não fosse para o mesmo destino) e curiosidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao &lt;a href="http://http://www.publico.pt/local/noticia/metro-de-lisboa-adopta-carruagens-que-permitem-transportar-mais-passageiros-1589034"&gt;Público&lt;/a&gt;, o Metro de Lisboa explicou que a nova configuração interior das carruagens está limitada a um comboio de três carruagens, que já estava para ser renovado, e que serve essencialmente de experiência para "avaliação da solução em contexto operacional”. Depois da &lt;a href="http://horizonteartificial.blogs.sapo.pt/205167.html"&gt;rotunda concêntrica&lt;/a&gt; do Marquês, o experimentalismo na cidade está aí para ficar (é algo positivo, note-se).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o Metro de Lisboa, a nova configuração longitudinal dos bancos aumenta em 2,5% a lotação máxima de cada carruagem, e é fácil de perceber por que razão a transportadora está interessada em aumentar a lotação depois de ver o que se passa no metro ao fim-de-semana, dias em que todos os comboios circulam com apenas 3 carruagens.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A redução no número de carruagens fora dos dias úteis foi uma das medidas de austeridade adoptadas com vista a reduzir o défice das transportadoras públicas e uma das consequências é que se tornou mais difícil andar de metro ao fim-de-semana do que em hora de ponta, com toda a gente apertada, um calor insuportável e muitas dificuldades nas entradas e saídas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os turistas, em particular, parecem surpreendidos por encontrarem os comboios tão sobrelotados, o que levanta a questão: vale a pena apostar no turismo da capital para depois proporcionar a quem a visita, durante o fim-de-semana, uma experiência de hora de ponta?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É bom ver que alguém no Metro de Lisba está atento ao problema e a tentar ser criativo para minimizar os inconvenientes, mas só um comboio com carruagens novas não vai fazer muita diferença, especialmente com a aproximação do verão e a chegada à cidade de mais visitantes.&lt;/p&gt;</content>
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