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Excerto de uma notícia sobre o novo recorde registado na semana passada no nível de partículas CO2 presentes na atmosfera (medido no Hawaii, que serve de referência mundial):
Within a decade the world will never see days — even in the cleanest of places on days in the fall when greenhouse gases are at their lowest — when the carbon measurement falls below 400 ppm, said James Butler, director of global monitoring at the National Oceanic and Atmospheric Administration's Earth Science Research Lab in Boulder, Colo.
O novo recorde de CO2 na atmosfera é de 400 partes por milhão. Em 1958, o primeiro ano em que começaram estas medições, o nível era de 315. O resto do artigo faz uma leitura assustadora.
Se foram ver Oblivion (se ainda não foram, não vão) e gostaram do conceito de viver acima das nuvens, ou se alguma vez se interrogaram como deve ser habitar, literalmente, nas alturas de Nova Iorque, então este artigo do NY Times faz uma leitura fascinante: The Stratospherians. O título, como se estivéssemos a falar de um estrato social diferente, diz tudo à partida. As rendas destas pessoas estão ao nível do custo ecológico deste tipo de habitação vertical (algo que não é referido no artigo e retira muito do brilho à tentativa de glamorização do estilo de habitação em foco), mas é difícil virar as costas às vistas mostradas.
Via @joaon, uma brilhante ideia (realizada, infelizmente, no pior meio possível para a apreciar devidamente - o facebook), um ano na vida de uma árvore, fotografada todos os dias.
A ilusão da simplicidade, um artigo no The Verge sobre um dos fotógrafos, Peter Belanger, que trabalha com a Apple na realização das imagens promocionais dos seus produtos. Existe, como seria de esperar, uma grande dose de pós-produção envolvida, mas surpreende tomar conhecimento da complexidade que entra logo na sessão fotográfica.
Uma curta da Pixar, sobre a arte de Moonsweeping.
Um blog de fotografia que gostava de ter descoberto mais cedo, Contexto Fotográfico. O autor é o Sr. Cordeiro, um dos fotógrafos portugueses mais obrigatórios no flickr.
A DECO não confirma nem desmente que houve apenas um fornecedor - a Endesa - a tomar parte do leilão de eletricidade da semana passada e a isso junta-se a informação, surgida quase como uma revelação, de que a empresa portuguesa vai cobrar à Endesa uma comissão de 15 euros por cada consumidor que assine contrato como resultado do leilão.
A questão principal para quem, como eu, acedeu participar nesta mega-experiência e leiloar os seus dados pessoais à licitação mais alta era esta: o contrato com a empresa vencedora vai diminuir a minha conta de eletricidade em condições justas?
A resposta, infelizmente, perdeu-se no meio do ruído e discussão à volta das condições em que foi realizado o próprio leilão, que tinha tudo para ser uma boa ideia. O problema para a DECO está bem resumido no post do Banda Larga, intitulado Só a concorrência induz transparência. Foi preciso aparecer a Associação Portuguesa de Direito do Consumidor para a empresa vir a público explicar parcialmente o que aconteceu no leilão à porta fechada. Ficámos a saber que havia um "pacto de confidencialidade" com as empresas fornecedoras, obtivemos uma explicação algo tímida sobre a tal comissão que sempre esteve em cima da mesa (eu, pelo menos, lembro-me de ler algo sobre isto na FAQ do site do leilão) e pouco mais.
O que a DECO não contava - e este é o meu momento Marcelo Rebelo de Sousa - era que os fornecedores de eletricidade, menos que entusiasmados pela ideia de serem chamados a um leilão que não lhes interessava nem um pouco (mas ao qual não se podiam dar o luxo de ser vistos em público a ignorar), tivessem preparado um plano D (de Descrédito público) para ativar em cima e logo após o leilão. Ou que existisse meio mundo à espera de conhecer o resultado do leilão para detrair o mesmo com base naquilo que não sabíamos (ou que não estava bem explicado) desde o início. Parece ter havido, da parte da DECO, um misto de ingenuidade (como combinar um jogo de cartas com a Máfia, ganhar e ainda esperar sair vivo para contar a história) e a ausência de uma boa estratégia de comunicação para a fase crucial do leilão.
Existe mais um aspeto interessante, e deprimente, nisto tudo. Reparem como comentário atrás de comentário nos blogs e nas redes sociais refere quase sempre a mesma coisa em relação à DECO: SPAM. Não posso dizer se é realmente isto que se passa hoje em dia com a DECO e a sua estratégia atual de comunicação e marketing, mas serve de exemplo a qualquer pessoa e empresa que esteja a pensar ir por aí: a nódoa do SPAM? Não sai.

O miúdo acima a comer o pedaço de entrecosto com as mãos está a mostrar como é possível atender uma chamada no novo Galaxy S4 sem tocar no ecrã.
Vamos pausar um momento, enquanto essa palavra é processada pelo recanto do nosso cérebro onde os estímulos externos são traduzidos em desejo, apelo e perceção de luxo.
Entrecosto.
Hoje passei os olhos por tantas coisas que gostaria de partilhar aqui, mas o mais recente vídeo do já aqui mencionado Petrolicious venceu-me logo pela manhã: a cor da pintura, o primor colocado na renovação do carro e, claro, o óbvio gozo que dá à sua dona conduzi-lo. (é quase assim que imagino a Carla a andar pelas ruas de Lisboa - até a cor do blog quase que coincide com a do carro)

Não sei dizer exatamente quando, mas a Caixa Geral de Depósitos lançou há poucas semanas a sua primeira ofensiva no mercado de aplicações nativas para dispositivos móveis. A nova aplicação está disponível para Android, iOS e Windows 8. A minha experiência de utilização até agora, em iPod e iPad, tem sido boa, ao ponto de ter passado a preferir utilizar a app ao site de home banking da CGD - o que não deve causar surpresa a quem conhece o site da Caixa Directa. Como é uma daquelas coisas com potencial para melhorar um bocadinho as nossas vidas já apressadas e conectadas, achei que valia a pena destacá-la aqui, exclusivamente da perspetiva de um utilizador.

Letras grandes, bom esquema de cores, navegação por arrasto, parece estar tudo lá. Uma das minhas coisas preferidas são os gráficos em anel que oferecem uma visão global do estado da conta. Há mais alguns gráficos espalhados pela app, incluindo um que ajuda a visualizar o histórico de movimentos, por exemplo. Interagir com alguns deles causou o crash da app, mas tirando os bugs ocasionais é como ter um tabliê com vários mostradores aplicado à nossa conta bancária. É uma direção que pode ser seguida com ainda mais possibilidades (empregando gráficos para simulações de todos os tipos) na versão desktop da Caixa Directa.

É uma boa altura para referir que estas imagens da app são screenshots capturados do vídeo de apresentação da app.

Também acho interessante a forma como a aplicação promove e destaca algumas ações. Não apetece carregar no botão laranja e poupar imediatamente 15€? Acho sempre piada aos pequenos truques (de cor, forma, posicionamento, etc) que é possível pregar à nossa perceção das coisas.

A app também permite contactar diretamente e piscar o olho ao nosso gestor de conta. #constrangedor

Menos bem conseguida é a área de personalização de cartões de crédito (não que tenha ou queira ter um). Quando tentei inserir uma imagem minha fui parar a esta página.
Outro aspeto em que tropecei ao experimentar a app é o método de validação de transferências e operações de pagamento. O cartão matriz é uma opção boa para quem está sentado frente a um computador, não tanto para quem está na rua ou em movimento. O envio de uma senha de confirmação por SMS já é suportado no site da Caixa Directa, mas ainda não parece estar disponível nas apps. Permitir escolher o método de validação é capaz de melhorar a fluidez dessas operações na app.