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Primeiro videoclip da banda-sonora que os Daft Punk fizeram para Tron: Legacy. Nunca mais é Janeiro.
A capa da semana, que teve concorrência por parte da revista Ler.
Gostei dos cartazes que promovem a abertura da nova trama (da autoria de Marco Dias).
Da blogosfera para a atmosfera
É um bocadinho injusto ir logo buscar a última frase deste texto do Daniel Carrapa, mas reconheci-me nela:
"Escrevo um blogue porque não sei passar sem ele. E que por isso me entrego à meritocracia subjectiva da blogosfera, perdendo-me, e por vezes encontrando-me, nessa implacável forma de selecção natural que é o mundo nebuloso da rede em que vivemos."
James Blake - The Limit to your Love
Uma cover de Feist, via sound + vision.
Filmado num iPhone, sonorizado num iPad, apreciado em todo o lado.
flickr/Brandon Schaefer
Ando à procura de inspiração para pegar num blog que, donde me encontro, parece impossível de redesenhar, e pelo meio encontrei o flickr deste Brandon Schaefer e do seu output criativo, baseado em filmes, livros, séries televisivas, etc. Não sei se dizer se me ajudou ou desmotivou ainda mais, mas tem ali algumas coisas brilhantes.

100 anos de fotografias do metro de Nova Iorque e mais uma boa razão para o metro de Lisboa aliviar as regras relativas à recolha de imagens nas suas instalações.
Independentemente dos tempos, uma ideia simples para assegurar a viabilidade de pequenas e médias empresas.
Ricardo Araújo Pereira, na Visão: "Felizmente, nem tudo joga contra os músicos portugueses que cantam em inglês. Por coincidência, a língua na qual eles se sentem mais à vontade é falada internacionalmente. Isso pode evitar-lhes embaraços parecidos com os que sempre afligiram os músicos portugueses com mais projecção lá fora. Todos nos lembramos dos concertos da Amália, sistematicamente interrompidos por espectadores que diziam: "Amália, what are you doing? Please sing in english! We don't understand you!"
Sérgio B. Gomes, editor do Público online, comenta a escolha da fotografia que documentou a entrega na Assembleia da República do Orçamento de Estado para 2011. O simbolismo da entrega parece ficar mais poderoso à medida que o suporte técnico do Orçamento fica mais pequeno.
O que acontece quando a população de South Park decide comprar carros híbridos, e o que isso tem a ver com o discurso de George Clooney nos óscares?
Ainda não há filme, mas já existe uma sugestão para o cartaz.
Ainda relacionado com o post anterior, onde se fala de trabalho, inspiração e bloqueios criativos, vale a pena ver este ensaio rabiscado por Frank Chimero sobre como ter uma ideia.
Um pequeno documentário de Mark Gardner sobre a importância da secretária no local de trabalho. A sugestão do vídeo, de que uma secretária revela qualquer coisa sobre a pessoa que nela trabalha, é um óptimo pretexto para ir visitar os locais de trabalho de outras pessoas e espreitar as suas secretárias.

Das secretárias que aparecem no vídeo, a de Massimo Vignelli é a minha preferida. Gosto do minimalismo estratégico (só tem em cima da mesa o estritamente necessário, embora alguns já tenham notado que, em dias normais, deve ser difícil passar por ali um cabo de alimentação para o laptop) e da forma quadrada, a convidar à conversa e discussão em torno da mesa (sem separatórias ou disposições que tornam muito difícil sentar alguém ao nosso lado).
De qualquer modo, em termos de áreas de trabalho, nada bate ter um pequeno relvado embutido.
Vagamente relacionado, este texto de José Mário Silva, sobre a angústia da folha em branco, que além de pintar valter hugo mãe como um "monstro" literário (que nunca hesita antes de escrever e tem sempre a inspiração debaixo do braço) tem esta óptima citação de Afonso Cruz sobre bloqueios criativos e inspiração:
"Afonso Cruz, quando bloqueia, volta atrás: «Se não sei o que escrever, penso sobre o que já escrevi. Julgo que a inspiração é um movimento que se faz para dentro, como nos mostra a respiração.»"
Quando preciso de inspiração para acabar aquele trabalho que está mesmo a chamar por mim e pelo meu melhor é isso que tento fazer: olho para trás e tento perceber o que fiz bem noutras ocasiões (embora também seja fácil cair na repetição). É difícil dizer a quantidade de vezes que isto funcionou comigo, mas é só para mostrar que a angústia da folha em branco também consegue ser particularmente aguda no Photoshop.

flickr/tscheirl
O Metro de Lisboa decidiu relaxar as regras relativas à recolha de imagens (via @ppinheiro76) no interior das suas instalações e não colocar obstáculos a quem está meramente interessado em tirar algumas fotografias nas estações e carruagens sem perturbar ninguém. Como já não fazia aqui um 5x1 há algum tempo, e o último até foi sobre o metro, decidi voltar ao tema e ver que fotografias andam, de facto, a ser feitas no Metro.
Pelo segundo ano, a oportuna wishlist de Natal do horizonte artificial. Uma espécie de zeitgeist dos meus interesses e hábitos de entretenimento em 2010. E a preparação de uma mega decepção no Natal, claro.

A banda sonora, mais uma vez, a cargo do french kissin'.
Uma perspectiva diferente da ModaLisboa, que por esta altura do ano costuma inundar o flickr.
A Patrícia, do folhagem vermelha, tem andado a documentar a sua estadia em Berlim.
E a Ilustrana documentou, à sua maneira, a passagem de Andrew Bird por Lisboa (esqueci-me que vinha cá e acabei por não ir).
O site oficial do pessoal que anda a pintar os prédios devolutos em Lisboa.
O flickr inteiro da Ana Caldas.