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06/09/10

5 coisas sobre o ipod touch

Comprei o iPod Touch há coisa de 5 ou 6 meses, e ando a ver se faço um breve post sobre o mesmo há sensivelmente o mesmo tempo. Com a ajuda de uns amigos, da banda sonora ideal e do Photoshop, eis que ele finalmente vê a luz do dia. Entretanto, já foi anunciada uma nova versão do iPod touch, com câmara fotográfica e tudo.

 

Em suma, é o iPod perfeito para quem tem wireless nos sítios que frequenta, mas não quer andar com um laptop atrás. Não é, de todo, o iPod ideal para quem quer preferencialmente ouvir música: a duração da bateria consegue ser frustrante para quem só utiliza mesmo o iPod nessa vertente e não é exactamente acessível em termos de navegação (é como ouvir música no telemóvel, em que é sempre preciso desbloquear a coisa e depois navegar por alguns menus até chegar ao botão para mudar de canção).




O iPod é uma caixa cheia de "aplicações". Não existem programas, só aplicações, que a Apple primeiro aprova e só depois ficam disponíveis para descarregar ou comprar no iTunes. De início, ter de passar pela Apple para descarregar algo parecia-me um bocado limitativo, mas a verdade é que, com tanta oferta, isso oferece alguma segurança no momento de experimentar novas aplicações.

 

 

O iPod touch não faz chamadas mas tem Wi-Fi, pelo que dá para navegar na Internet em qualquer sítio que tenha uma rede sem fios (que não esteja protegida). É muito útil quando decidimos fazer aquela receita de tarte de limão merengada, nos esquecemos de anotar a receita no papel e não temos um laptop por perto. O ecrã táctil é super intuitivo e os gestos necessários para abrir, mover e ampliar as imagens e os textos reforçam a ideia que seguramos as páginas na mão. Na maneira como tira partido do ecrã, não se compara a nenhum telemóvel que tenha vindo antes com acesso à Internet.

 


O Instapaper é uma pequena mas útil aplicação que vale a pena experimentar. A aplicação descarrega para o iPod todos os artigos ou textos que vamos assinalando ao longo do dia no computador como sendo para ler mais tarde. Assim, durante o regresso a casa do trabalho ou no sofá à noite, podemos pôr em dia todas as leituras, sem precisar de estar ligado à net ou de estar sentado a ganhar corcunda à secretária. Dá para usar o Instapaper com quase todos os navegadores e a aplicação encarrega-se de extrair apenas o texto (sem anúncios e formatações) das páginas que guardamos.

 

 

Outra aplicação favorita: o Flickr, que já me deve conhecer bem, porque destaca sempre esta fotografia de Barack Obama do flickr oficial da Casa Branca.

 


Adivinhem onde nós estávamos. É um dos segredos mais bem guardados de Lisboa.

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