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horizonte artificial

Plim, a nova app da Caixa

13.05.14

 

O Plim é uma nova app da Caixa Geral de Depósitos que permite pedir e receber pequenos pagamentos de amigos ou conhecidos usando os contactos do smartphone. Apanhei a referência à nova app no twitter da Meios & Publicidade, pus logo o vídeo explicativo a correr e bastaram os primeiros segundos para perceber o potencial da aplicação. Ainda não deu para testar com ninguém, mas se funcionar tão bem quanto o vídeo sugere, é algo que me vejo a usar no meu dia-a-dia, sobretudo naquelas situações em que temos um amigo a comprar qualquer coisa por nós e não temos imediatamente como lhe pagar de volta.

 

Não faço ideia de quanto tempo demorou a desenvolver e vender isto à CGD (segundo a Meios & Publicidade, o desenvolvimento esteve a cargo da Innovagency, Armis e IT Sector), mas adorava saber mais. Por outro lado, mostra bem como estamos necessitados de inovação na área dos pagamentos. Os bancos, para começar, estão numa posição privilegiada: são os melhores colocados para puxar por mais inovação e o maior obstáculo a colocar-se no seu caminho. Pode ser que aqui o Plim venha ajudar a mudar isso.

livros: à solta na Estufa Fria

10.05.14

 

No meio da vegetação da estufa fria, eis que surge um pequeno e alvo móvel cheio de livros, a fazer lembrar uma cena saída da série televisiva Lost.

 

 

Trata-se de uma zona oficial de bookcrossing, assinalada por um cartaz a chamar a atenção para LIVROS GRÁTIS. Uma proposta a que é difícil resistir.

 

 

Trouxe estes dois. Li "A Peste Escarlate" num ápice e tratei de o "abandonar" no banco de um comboio. Infelizmente, o site do Bookcrossing parece estar em piloto automático e não consigo registar-me para poder fazer o "check-in" dos livros. Não sei se sou o único com este problema, mas não encontro mais ninguém a queixar-se. O importante parece mesmo ser disfrutar dos livros.

 

Dica extra: visitar a Estufa Fria é grátis ao domingo de manhã.

horizonte: três rainhas no Tejo

08.05.14

 

Já foi na terça-feira, mas não queria deixar de partilhar uma das fotografias que consegui fazer da passagem por Lisboa das três "Queen" da Cunard. Gosto de viver numa cidade em que a passagem de três super navios ainda é considerado um evento, com direito a ser notícia no dia anterior à sua chegada e capaz de mobilizar quase todos os fotógrafos amadores da cidade, numa competição não-oficial pelo melhor ângulo panorâmico dos três gigantes no Tejo (o prémio, já agora, vai para esta fotografia de António Alfarroba, feita a partir do topo do arco da Rua Augusta).

fim-de-semana prolongado

27.04.14

 

 

 

 

 

 

 

 

a chuva de Abril

25.04.14

instagram/bbaldaia

um grande post

24.04.14

A ideia deste blog ainda é, apesar da quebra no ritmo de atualizações e de alguns desabafos aqui e ali, guardar e destacar as coisas boas com que me vou cruzando, online e offline. É por isso que não podia deixar de linkar este post da Catarina, intitulado As botas, as motas e o Humberto. Este post lembra-me que ainda é preferível ser enganado em relação a algumas coisas do que andar sempre enganado quanto às coisas importantes. Partilho-o aqui para lembrar outros do mesmo.

uma forma preguiçosa de fazer um post

13.04.14
Abrir o camera roll desta semana.

 

Ninguém fala dos ténis-selfies.

 

A cidade às camadas.

 

Nova rubrica: fotografar amigos em contraluz.

 

Quase aposto que foi ele próprio.

 

Sempre o Tejo.

 

Grandes retratos.

7 anos de Blogs

01.04.14

Nunca pensei que fosse um trabalho que durasse para lá do primeiro verão e hoje apercebi-me que faz este mês 7 anos desde que comecei a trabalhar, a sério e tempo inteiro, com blogs. O melhor que posso dizer deste trabalho, e de todas as coisas boas que me proporcionou até aqui, é isto: é o melhor sítio que eu podia ter esperado encontrar para aprender novas coisas, mexer em áreas que me interessam (internet, comunidades e o que acontece quando as duas se cruzam) e, inesperadamente importante, crescer com os meus erros. Não é qualquer sítio, nem qualquer chefe, que nos dá esse espaço para crescer, sobretudo quando se entende crescer como algo mais do que acumular conhecimentos.

 

Algumas das coisas que aprendi nestes 7 anos:

- trabalha-se em equipa, dentro de uma empresa, mas sempre para algo que está lá fora, para alguém que pode estar do outro lado do mundo ou só cruzar-se com o nosso trabalho daqui a anos, mas que mais cedo ou mais tarde, vai contactar com as nossas decisões e valores. É por isso que é importante pensar nas escolhas e compromissos que vamos fazendo ao longo do percurso. Não vamos acertar sempre, e nesta área o mais provável é passar de certo a errado em pouco mais de 6 meses, mas temos de estar prontos a explicar o porquê dessas escolhas.

- a ser o meu próprio chefe: não há horário, picagem ou pessoa que se possa substituir à nossa consciência e ética de trabalho. Devo parte dessa descoberta à Jonas, que nunca me vigiou (e quero acreditar que também por não ter precisado) em relação a qualquer aspeto do meu trabalho.

- a definir o nosso próprio trabalho: parece que me estou a repetir em relação ao que digo acima, mas é diferente. Significa olhar para o lugar que ocupamos, para as responsabilidades que nos confiaram e perguntar: "isto é tudo aquilo que preciso de fazer?" Podemos chegar à conclusão que há mais ou menos coisas que devíamos estar a fazer, mas o importante é perceber que essa definição também parte de cada um, que não há ninguém que possa definir absolutamente, e por nós, aquilo que sabemos, podemos e devemos fazer. É uma pergunta que me estou sempre a colocar, não para responder com mais ou menos coisas, mas para me certificar que estou a fazer aquilo que é importante. Mais ninguém pode colocar esta pergunta por nós.

-decorre do ponto acima: aprender a dizer não. E atenção que há muitos tipos de nãos, a começar por aqueles que nos tocam: quando alguém confia em mim o seu tempo e as suas expetativas, tenho de ser o primeiro a estar disposto a avaliar e dizer que não sou capaz ou a escolha certa.

- relacionado com o item acima: é saudável, mesmo que não possamos fazer muito em relação a isso, saber reconhecer um frete.

- aprendi, graças à Jonas, a não ter medo de contactar diretamente com os destinatários do nosso trabalho. Podemos escolher as palavras erradas (tenho um pequeno grande historial que cabia aqui, com fails meus a esse nível), podemos até ter de assumir que errámos, mas recuso a ideia de que é possível trabalhar em algo e estar isolado das pessoas para quem, no fim de contas, se trabalha.

- uma lição válida para a vida e plataformas de blogs: não podemos ser tudo para todos.

mudança de estação

22.03.14

o poeta artificial e o corredor natural

22.03.14

Duas histórias curiosas desta semana que vale a pena associar aqui: o investigador de Coimbra que criou um poeta artificial (é o tipo de coisa que este blog não podia deixar escapar) e o corredor que fez os 21km da meia maratona de Lisboa descalço.